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quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Avançando (Moving Forward)

Olá, leitores(as)!
Bem, como quero tirar logo do topo esses posts sobre eleições, assunto extremamente chato e que já é passado, vou voltar há um assunto particularmente interessantíssimo e que muita gente que passou por aqui se já se interessou: ZEITGEIST!
Pois é, pessoal, o 3º filme da série está a caminho, segue o trailer:



É interessante pra mim falar sobre esses documentários pois durante um tempo eles me ajudaram bastante. Eu pessoalmente não estava num período muito bom, e as ideias que esses filmes me passaram me permitiram ocupar minha mente com a vontade querer não só conhecer, mas fazer coisas. Tomar atitudes relevantes não só para mim, mas para o que está ao meu redor. Enxergar que tem muita coisa acontecendo no mundo enquanto olhamos apenas pra nós mesmos.
E não. Não é um documentário de auto-ajuda ou filosofia barata. Trata-se do mais completo documentário sobre consciência social que já vi. E antes que eu fale muito, leia os seguintes posts (respeitar a ordem):


-ZEITGEIST
-ADDENDUM
-O PROJETO VÊNUS

No terceiro link você encontrará os links para assistir os dois filmes anteriores e um vídeo bem interessante falando sobre os mesmos, porém recomendo que leia a respeito antes.

De quebra, ainda tenho uma entrevista completa com o criador do filme, Peter Joseph, que um amigo me mandou:


É uma entrevista muito interessante, pois ele fala sobre sua educação e suas experiências no mercado de trabalho, entre outras coisas que influenciaram sua visão de mundo, sua filosofia de vida. Conta como criou Zeitgeist, o sucesso surpreendente, e os resultados obtidos. Vale muito a pena conhecer suas ideias.
Peter Joseph é com certeza um ativista genial!
Essa é só a primeira parte da entrevista, as outras seguem abaixo:


-PARTE 2
-PARTE 3
-PARTE 4
-PARTE 5

Enfim, agradeço a quem ler e até o próximo!

A REVOLUÇÃO É AGORA!
A TRANSIÇÃO COMEÇA!

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Addendum


Bem, aqui estou depois de semanas para, como prometido, falar sobre a segunda parte do filme Zeitgeist: Zeitgeist - Addendum.
A proposta do filme é clara, portanto, recomendo-o para os que ficaram curiosos em saber qual é de fato, segundo eles, o tal do "Espírito do Tempo", do nosso tempo.
Diferente do primeiro filme, ele não apresenta aquela carga pesada sobre a religião.
O filme desde o início faz um complexo discurso sobre o modo injusto como funciona o sistema monetário, mostrando como somos escravos desse sistema, dependentes, o quanto ele nos torna desiguais, e que, enquanto ele existir, não alcançaremos a verdadeira sustentabilidade.
Utopia? Loucura? Não é o que eu diria.
Posso afirmar que Zeitgeist Addendum prega uma idéia que deve ser implantada ainda neste século em prol da sobrevivência do mundo. Algo surpreendente e diferente de tudo o que a população pode imaginar, baseado nos conceitos libertários clássicos, visando o modo como eles devem ser implantados na nossa era. Mas para me aprofundar mais nisso, precisarei de outro post, o que não poderei fazer hoje. Portanto, me despeço recomendando ao leitor que assista estes dois filmes.
Segue link abaixo:

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Zeitgeist




"Nós não queremos ser indelicados, mas temos que ser objetivos.


Não queremos magoar os sentimentos de ninguém, mas queremos ser academicamente corretos naquilo que compreendemos e sabemos ser verdadeiro."




É com esse trecho que começo a falar deste polêmico e chocante documentário produzido por Peter Joseph, lançado em 2007.
O termo alemão significa "espírito do tempo". Trata-se de um conjunto formas de pensamento e do conhecimento no mundo em uma determinada época.
O filme apresenta a idéia de que em algum momento todo o conhecimento humano acumulado ao longo dos tempos tende a ser libertado da prisão imposta por nós mesmos, pelos vícios da humanidade.
Como seres humanos, seres racionais, temos a capacidade de superar esses vícios, refletindo, expandindo nossos conhecimentos, ousando, livrando-nos finalmente de tudo o que é superficial, que foi feito para manipularmos uns aos outros.
Ele apresenta fatores surpreendentes e às vezes até óbvios, em relação ao que foi cravado em nossas mentes com o passar dos tempos.
Tudo começa falando, de acordo com o próprio roteiro, sobre a maior mentira já imposta em todos os tempos, a Religião. Porém, antes que julguem o filme como mais uma propaganda nilista/ateísta para convencer as pessoas de que elas não podem ir à igreja, tenho que afirmar que esse não é o objetivo. Simplesmente, quando se tem conhecimento de algo, não custa nada querer divulgá-lo. E realmente vale à pena observar a convicção com que se apresenta fatos que provam que as poderosíssimas instituições religiosas cristãs baseiam seus dogmas em um grande livro de simbologias astrológicas, não muito diferente de outros livros escritos muito antes de Cristo, em diversas outras culturas e crenças. Destaque para trechos de palestras do comediante Bill Hicks(1961-1994), inseridas para que possamos apreciar reflexões feitas através de uma linguagem sarcástica e muito inteligente.
Como a idéia do filme é divulgar verdades e derrubar de vez a cortina para que nossos olhos vejam o quanto vivemos enganados, à partir de um certo ponto vemos as medidas inescrupulosas tomadas pelos poderosos em busca de mais poder. Poder sobre a humanidade e sobre o mundo.
As informações dadas sobre a podridão encontrada no governo norte-americano há tanto tempo, que viciou o mundo fazendo com que nada seja visto, é extremamente surpreendente. É preciso ter o coração preparado para ouvir o que eles têm a dizer sobre as guerras, as táticas utilizadas para controlar a população através do medo, o roubo e a agiotagem praticados pelo Banco Central, as ambições da conceituada família de banqueiros Rockefeller em todas as suas gerações, os ataques terroristas (destaque para o 11 de setembro) e muitas outras coisas...
Mais uma vez, devo destacar que o filme não tem a pretensão de aplicar em nossas mentes um pensamento radical, mas mostrar à todos nós o quanto somos capazes, e que nossas capacidades estão acima de qualquer conceito superficial do que é ser rico ou pobre, bonito ou feio, bom ou ruim, branco, negro, amarelo. Somos, acima de tudo, Seres Humanos, e o melhor modo de demonstrar nossas capacidades sendo o que somos é colaborando uns com os outros, dividindo nossa sabedoria, não querer ser mais do que tudo à nossa volta, mas simplesmente fazer parte desse "tudo".
Tudo isso torna necessário para aqueles que querem expandir seus conhecimentos com relação à si mesmo e ao que está a seu redor, assistir Zeitgeist - o filme.
Contudo, ver também:
Zeitgeist II (resenha em breve, ou não)
A Revolução é agora!